
Matéria de capa de Veja (03/1980) escrita por José Castello e Jairo Arco e Flexa dizia que Nelson era o maior autor nacional vivo. Ele morreria em dezembro daquele ano.
2012 é o ano de Nelson Rodrigues. Olha quanta coisa já programada:
- Até a data do centenário do autor, 23 de agosto, suas 17 peças serão remontadas nos palcos do Rio, por iniciativa da Funarte. Para isso, a instituição anunciará, em janeiro, um edital de apoio às produções.
- No carnaval do Rio, a Unidos do Viradouro apresentará o enredo “A vida como ela é: bonitinha, mas ordinária”, em homenagem a Nelson.
- Um dos projetos mais aguardados é o da série Ocupação, no Itaú Cultural da Avenida Paulista, que propõe um recorte ousado sobre o passado do escritor.
- Renato Borghi e Élcio Nogueira Seixas conduzem um projeto de tradução para o espanhol e para o inglês das obras teatrais de Nelson. Borghi, aliás, segue em cartaz com “O Beijo no Asfalto”, sob direção de Marco Antônio Braz, e estreia neste mês “Os Sete Gatinhos”, por Nelson Baskerville.
- A editora Nova Fronteira, que pretende renovar o contrato para a publicação das peças, promete novos lançamentos.
- No cinema, está prevista a estreia de “Bonitinha, mas ordinária”, filme dirigido por Moacyr Góes.
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